Projecto Digital - Material de Apoio


01 - Janela personalizada e + tutoriais do arkiKlub da Graphisoft Australia
02 - Outra janela personalizada numa página de tuturiais da CADdigest, California.
03 - Um tutorial para iniciar... da Universidade de Edimburgo.
04 - e outro avançado da ArchiRadar em Itália. Como criar a estrada associada au terreno.
05 - e várias soluções da Fuzzy Tips ('Sugestões Enubladas')
06 - Tutorial da Graphisoft, é semelhante ao livro disponível na reprografia...
07 - Permissões em UNIX, para definir as permissões dos ficheiros na área pessoal...
08 - Alteração das permissões em UNIX, para alterar as permissões dos ficheiros na área pessoal...
Matérias tratadas:
1. Interface do programa - a base da produção de desenho... paredes e lajes.
Técnicas de criação e edição de polígonos: terrenos, tramas, formas do cursor sobre referências geométricas.
2. Definições das ferramentas - geral: vegetais, canetas, tipos de linha. Ferramentas 3d: espessura, altura e localização altimétrica.
3. Organização do ficheiro para produzir um plano de massas:
  1. Piso da planta importada.
  2. piso do terreno.
  3. piso da laje de soleira.
  4. piso da cumeeira.
4. Incorporação de volumes como xref's.
5. Organização de vistas do modelo em Archicad e Plotmaker.

Filmes de apoio


A. Archicad:
1. definindo combinações de vegetais
2. criação de conjuntos de vistas
3. mais vistas
4. janela 3d: definindo projecções e guardando vistas
5. ambiente de trabalho: controlando menus e atalhos de teclado

B. Plotmaker
1. Livro de desenhos / Folha de desenhos / Elemento desenho
2. Modelos de folhas e texto automático

Porquê a disciplina de Projecto Digital ?

O uso do computador vem alterar o paradigma do desenho de arquitectura como representação do Projecto e o próprio paradigma do Projecto.


Começámos a trabalhar num atelier, e inserirmo-nos numa equipa de um novo Projecto, o nosso esforço inicial vai no sentido de Aprender o Projecto, do mesmo modo que outro interveniente do processo o terá que aprender para o conhecer.

  1. Aprender a geometria.
    A geometria da construção indicada nos desenhos em projecção ortogonal só é perceptível após uma leitura atenta dos vários desenhos, a qual implica ler cada um deles e posteriormente relacioná-los.

  2. Aprender as escolhas construtivas.
    Existem escolhas formais dependentes de materiais, processos construtivos e especificações de acabamentos.
    A experiência física do espaço implica a manipulação de sistemas complexos - engenhos - como portas e janelas, sistemas de apoio - especialidades - e padrões de qualidade sobre a especificação de níveis de conforto e execução construtiva.

    Estes sistemas resultam da combinação da definição detalhada da circunstância particular de cada projecto - pormenorização - com a aquisição de componentes industriais, cuja existência depende da sua acessibilidade enquanto informação no contexto da equipa de projecto.

A eficácia do Projecto enquanto sistema de indicações e de conhecimento implica a criação de um nexo, de uma ligação, entre quem o produziu e quem o lê; esta é uma ligação comparável à de um leitor de um romance que é naturalmente conduzido pela trama criada pelo autor.

Este nexo era tradicionalmente de natureza gráfica, na medida em que os desenhos eram realizados à escala, dispendendo tempo em cada projecto, e referidos a várias escalas.

O uso do computador vem alterar esta situação de várias maneiras:
  1. A ideia de rigor:
    com o uso do computador, o conceito de rigor sofre uma deslocação, desde o rigor da ideia, no sentido do rigor enquanto precisão métrica.
    Gráficamente esta mudança traduz-se numa perda expressiva nos sistemas de notação, na medida em que estes se tornam repetitivos e desse modo assumindo uma predominância da convenção sobre a representação: mais do que a representação particular da situação dada, a notação gráfica adia essa particularização em função da vantagem de utilizar repetitivamente um símbolo gráfico.
    Neste sentido a inteligibilidade do projecto perde em representação e torna-se mais discursiva.
  2. A ideia de execução
  3. Os agentes para a execução construtiva das indicações de projecto assumem no processo valorativo da qualidade intrínseca, a perda de propósito da representação gráfica e a necessidade discursiva da especificação escrita.

Implicações

O propósito da representação passa a estar dependente da existência de modos sistemáticos e consistentes de produção gráfica; em grande parte, a resolução desta necessidade de consistência / coerência encontra-se ligada à produção de maquetes tridimensionais das quais as aplicações informáticas extraem automáticamente a informação relativa ao desenho das projecções ortogonais de vistas e secções.
Este processo automático está implícito no uso de aplicações para arquitectura como o Revit ou o Archicad, mas pode ser tambem obtido numa aplicação genérica de desenho como o Autocad, produzindo sólidos e utilizando os comandos Solview e Soldraw.
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Francisco Santos Agostinho   <<
 

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