Nova etapa a processos de computação

Entramos na recta final do nosso trabalho semestral, com a modelação 3d a todo o vapor.
Procuram-se indivíduos com UCS's dentro da cabeça...

Na realidade pretendemos assumir a parte do projecto que representa CONCRETIZAÇÃO FÍSICA.
Com esta ideia de concretização, quer-se significar que existe um valor intrinseco na arquitectura que tem a ver com a sua presença física, as conotações que engendra a partir da percepção, a possibilidade de reconhecimento a que dá lugar, estruturando as capacidades cognitivas.

O valor da arquitectura enquanto concretização depende de uma aglutinação de factores que não se pretende agora esmiuçar, mas que se sabe estarem ligados a uma manipulação que implica intuição, manualidade, estímulo sensorial, capacidade de abstracção e verificação lógica, interagindo entre um processo de subjectivação e de objectivação.

O que vamos querer fazer é instrumentalizar o computador criando um contínuo de procedimentos que assumem os parâmetros acima referidos como etapas.

Essas etapas passam por aplicações específicas, que nos permitirão passar de uma maquete "de carne e osso" (chamemos-lhe haptica para recuperar o termo de Gibson), até uma representação inteligente (inteligente no sentido em que o modelo tem implementado automatismos capazes de serem processados pelo computador) de uma construção habitável.

Este processo passa por modelação (Photomodeler), verificação perceptiva (3dsViz), racionalização de componentes (Autocad), sistema descritivo (Autocad), exploração perceptiva (3dsViz).


  1. Photomodeler




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Francisco Santos Agostinho   <<
 

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