Trabalho a entregar:
É constituído pelo trabalho desenvolvido em Archicad, sob a forma do ficheiro pla, incluindo o projecto pln e os objectos de biblioteca utilizados.
Este projecto deve estar desenvolvido como modelo tridimensional, sendo aspectos de valorização:
Utilização da informação de projecto como forma de propagar consistentemente dados recorrentes.
Técnica de modelação 3d, referindo proporção e desenvolvimento morfológico.
Utilização de layouts.
Criação de mapa de vãos com listagem de imagem fotográfica, impressão do mapa de vãos para pdf a partir dos layouts.
A entrega deve ser feita até quinta-feira 12, inclusivé, consistindo nos ficheiros pla e pdf (ou ambos arquivados como zip).
Pode ser realizada durante a aula pela entrega dos ficheiros directamente, por e-mail, ou inscrevendo na tabela seguinte um link de alojamento dos ficheiros para download.
https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0ApcSM4PxrhkkdEEwU0tJMHJfZXJwczU3US1EX3lsNlE
2. Levantamento e modelação tridimensional
a. Sketchup Match Photo
b. Sketchup Axis, Tape Measure, Dimension
3. Archicad
a. Modelação e conceitos elementares: coordenadas, interacção cursor / écran, pisos, layers, ferramentas, janelas de trabalho
b. Modelação avançada: perfis complexos, objectos GDL
c. Enumeração e listagem de elementos: listas, objectos de propriedades, ID de elemento e rótulo
Trabalhos de anos anteriores:
2006 - 2007 O software utilizado como suporte para o BIM é o Archicad.
Na condição de aluno da FAUTL, pode utilizar gratuitamente o Archicad (ver instruções [pdf]).
O Interactive Training Guide para o Archicad, instala-se sobre o Archicad e fornece um curso de aprendizagem e desenvolvimento na utilização deste software.
ITG PDF, readmefirst.
Material de apoio de Projecto digital
Imagem de coordenação da cartografia disponível na FA.
Outros filmes referentes às técnicas em Archicad:
1. Início: pré-definições do interface e modelos de ficheiro > novo.
2. Paletas: visualizando e controlando a introdução rigorosa de coordenadas.
3. Formatos de cursor: rigor da interacção com os elementos do projecto através do rato e do écran.
4. Paredes: a ferramenta mais utilizada em archicad; criando e editando com a interacção rato/écran.
5. Visualização 3d: controlando a janela de visualização 3d.
6. Desenho paramétrico: controlando a forma dos elementos através de parâmetros.
7. Parâmteros de lajes.
8. Parâmetros e definições na ferramenta Lajes.
9. Interagindo na definição dos elementos entre parametrização e edição directa em 3d.
in 241006
Porquê a disciplina de Projecto Digital ?
O uso do computador vem alterar o paradigma do desenho de arquitectura como representação do Projecto e o próprio paradigma do Projecto.
Começámos a trabalhar num atelier, e inserirmo-nos numa equipa de um novo Projecto, o nosso esforço inicial vai no sentido de Aprender o Projecto, do mesmo modo que outro interveniente do processo o terá que aprender para o conhecer.
Aprender a geometria.
A geometria da construção indicada nos desenhos em projecção ortogonal só é perceptível após uma leitura atenta dos vários desenhos, a qual implica ler cada um deles e posteriormente relacioná-los.
Aprender as escolhas construtivas.
Existem escolhas formais dependentes de materiais, processos construtivos e especificações de acabamentos.
A experiência física do espaço implica a manipulação de sistemas complexos - engenhos - como portas e janelas, sistemas de apoio - especialidades - e padrões de qualidade sobre a especificação de níveis de conforto e execução construtiva.
Estes sistemas resultam da combinação da definição detalhada da circunstância particular de cada projecto - pormenorização - com a aquisição de componentes industriais, cuja existência depende da sua acessibilidade enquanto informação no contexto da equipa de projecto.
A eficácia do Projecto enquanto sistema de indicações e de conhecimento implica a criação de um nexo, de uma ligação, entre quem o produziu e quem o lê; esta é uma ligação comparável à de um leitor de um romance que é naturalmente conduzido pela trama criada pelo autor.
Este nexo era tradicionalmente de natureza gráfica, na medida em que os desenhos eram realizados à escala, dispendendo tempo em cada projecto, e referidos a várias escalas.
O uso do computador vem alterar esta situação de várias maneiras:
A ideia de rigor:
com o uso do computador, o conceito de rigor sofre uma deslocação, desde o rigor da ideia, no sentido do rigor enquanto precisão métrica. Gráficamente esta mudança traduz-se numa perda expressiva nos sistemas de notação, na medida em que estes se tornam repetitivos e desse modo assumindo uma predominância da convenção sobre a representação: mais do que a representação particular da situação dada, a notação gráfica adia essa particularização em função da vantagem de utilizar repetitivamente um símbolo gráfico.
Neste sentido a inteligibilidade do projecto perde em representação e torna-se mais discursiva.
A ideia de execuçãoOs agentes para a execução construtiva das indicações de projecto assumem no processo valorativo da qualidade intrínseca, a perda de propósito da representação gráfica e a necessidade discursiva da especificação escrita.
Implicações
O propósito da representação passa a estar dependente da existência de modos sistemáticos e consistentes de produção gráfica; em grande parte, a resolução desta necessidade de consistência / coerência encontra-se ligada à produção de maquetes tridimensionais das quais as aplicações informáticas extraem automáticamente a informação relativa ao desenho das projecções ortogonais de vistas e secções.
Este processo automático está implícito no uso de aplicações para arquitectura como o Revit ou o Archicad, mas pode ser tambem obtido numa aplicação genérica de desenho como o Autocad, produzindo sólidos e utilizando os comandos Solview e Soldraw.
Desenvolvimento
A ideia de BIM desenvolve-se no conceito de interoperabilidade, a possibilidade dos diferentes actores do projecto partilharem de modo contínuo a informação e ficheiros de trabalho.
O formato IFC [pdf] existe com esta possibilidade. O desafio à investigação, será então experimentar e testar a aplicação das conversões IFC.
Integração do conceito de BIM na representação em CAD.
Consequências do BIM:
Desenho paramétrico
Interoperabilidade disciplinar (IFC)
Integração de aplicações de desenho e de gestão de informação
Implementação de um grau elevado de automatismo, gerando consistência e minimizando erros
Metodologia:
Modelação tridimensional
Ficheiro único: o modelo e as suas representações estão incluídas num único ficheiro
Modelação com elementos que adoptam uma semântica arquitectónica
Uma mudança repercute-se em todas as representações
Conteúdos arquitectónicos em bibliotecas
Informação construtiva associada
Gestão integrada do projecto do ponto de vista dos recursos gráficos, representação / multimédia, informação
Ver Filme, download ppt.
Ver Tutorial Programas de BIM:
Revit
Vectorworks
Bentley Microstation
IFC
É um padrão aberto desenvolvido pela IAI (International Alliance for
Interoperability), tendo por objectivo garantir a interoperabilidade do modelo de projecto, podendo incorporar informação em qualquer ponto do ciclo de projecto. Ver
1. Apresentação do programa e recursos de aprendizagem: Training Guide, Bim Curriculum, recursos Archicad 10.
2. Ciclo rápido de procedimentos com Archicad 10: espaço de trabalho, paletas, ferramentas, lajes, paredes, coordenadas, desenhos 2d e 3d, animações e cenas VR.
3. Incorporação de documntação gráfica: XREF, ligando e juntando, gestão de vegetais, paleta vegetais Xpress.
4. Produzindo malhas tridimensionais sobre a informação Xref: definição elementar do polígono, altimetria dos vértices, inferição altimétrica dos vértices adicionais, edição final do polígono.
5. Produção dos volumes construídos com a ferramenta paredes, parametrizada com as cotas de cumeeira importadas: os elementos organizam-se dispondo as paredes no piso 1 (terrenos no piso 0), com a elevação média da cota altimétrica do terreno.
6. Operação de sólidos entre a malha do terreno e as paredes: subtracção.
7. Inserção de um vão genérico, aferição das proporções.
8. Criação de coberturas; intersecção automática entre 2 águas.
9. Criação de secção; ajuste da cobertura na vista de secções.
10. Parametrização dos vãos.
11. Definições do ambiente de trabalho Archicad.
Rotinas de utilização
Archicad: criação de um novo projecto - definições por defeito.
Menu JANELAS: Abrindo as paletas de coordenadas e de controle. Coordenadas absolutas (delta desligado) e relativas (delta ligado).
O cursor e o espaço de trabalho: formas do cursor, a origem do sistema de coordenadas.
Recolocar a origem Alt+click; redefinir duplo click na paleta de coordenadas.
Ferramenta de paredes:
1. desenhando a partir da origem do sistema de coordenadas.
2. alterando métodos gemétricos e de construção.
3. introduzindo coordenadas em X e em Y.
4. visualizando em 3d e definindo o modo de visualização 3d:
menu VISUALIZAR > MODO DE VISTA 3D.
5. Parâmetros de parede
Ferramenta de laje: parâmetros dimensionais - espessura e localização altimétrica.
1. Desenhar a laje.
2. Editar a laje em 3d.
3. Parâmetros da laje.
Procedimentos:
1. Colocar origem: Alt + Shift numa extremidade - Redefinir: duplo click no símbolo da origem na paleta de coordenadas.
2. Introduzir um valor num campo de coordenadas: tecla da coordenada x[y,r,a,z] selecciona o campo respectivo; escrever o valor correcto; pode fazer Enter (é como clicar com rato) ou seguir para o passo seguinte.
3. Constranger coordenada: Alt + x[y,r,a,z] quando o campo respectivo lê o valor correcto.
4. Introduzir variações nas coordenadas a partir da posição actual do cursor: acrecentar + ou - após o número introduzido.
Por ex. X 4 +, desvia o cursor 4 unidades para a direita a partir do ponto em que se encontra; se este for o canto de uma parede e tivermos a ferramenta de janelas activa, vamos estar a introduzir uma janela 4 unidades para a direita desse canto.
Definição do ambiente de trabalho
Atributos, opções e preferências.
1. Atalhos de teclado, menus de comandos.
a) atalhos de teclado
b) na coluna da esquerda - Todos os comandos por tema
c) na coluna da direita - Construir ou editar os menus visíveis
Opções de guias, gravidade, vínculo de elemento.
As canetas associadas à solução gráfica.
Definição de vegetais.
Estilos de linhas.
Perfis.
Archicad: incorporação de XREF's
Menu FILE -> Conteúdo Externo -> Anexar Xref
Anexando Xref (verificar unidades do tradutor); as opções de definição no écran para localização, rotação e factor de escala devem estar todas desligadas, assumindo assim as definições do ficheiro de origem.
Depois de Anexar, vamos ligar a Xref, incorporando-a assim no ficheiro actual.
Menu EDIÇÃO -> A Proteger: Desproteger os elementos da Xref.
Menu EDIÇÃO -> Agrupar: Suspender Grupos (os elementos da Xref ficam temporáriamente desagregados, dando acesso a cada elemento individualmente).
Menu JANELAS -> Paletes: ligar Vegetais Xpress.
Utilizando a palete Xpress vamos poder seleccionar elementos e tornar invisíveis os elementos seleccionados.
Fixar o estado corrente dos vegetais:
Menu DOCUMENTO -> Vegetais -> Definição de Vegetais: botão Nova [combinação de vegetais].
Polígonos VS Segmentos
Ferramentas de polígonos:
Cobertura, Laje, Malha, Zona, Trama.
Ferramentas de segmentos:
Parede, Viga, Linha, Arco, Polilinha, Spline.
Objectivo:
Modelar tridimensionalmente o contexto do projecto
A) Modelar tridimensionalmente a rua - ferramenta de terrenos (polígono)
1. Reproduzir o perímetro da intersecção das curvas de nível com o limite da rua (via automóvel).
2. Atribuir coordenadas Z a todos os vértices.
3. Acrescentar vértices.
4. Mover vértices.
Archicad - levantamento construção e listagens
Listagens
1. Personalizar o menu documento com os comandos do tema calcular - DEFINIR ESQUEMAS DE LISTAS e VINCULA PROPRIEDADES A CRITÉRIOS.
2. Criar listagem Mapa de Vãos Tipo 1.
3. Criar uma Biblioteca com a propriedade 'texto_label_p.gsm', e as fotografias dos vãos.
4. Vincular a propriedade anterior a todas as janelas.
5. Personalizar o ID Pessoal de cada janela com o nome do ficheiro.
6. Personalizar a listagem alterando a dimensão da fotografia.
Levantamento
Parâmetros principais:
1. cota de soleira, obtida no eixo da construção, sobre o terreno.
2. Desenvolvimento da fachada, importando a imagem psd para a vista em alçado. As varandas irão fornecer o elemento de referência para a obtenção da altura entre pisos.
3. Modelação das varandas com elementos Laje.
4. Utilização do comando Editar->Mover->Multiplicar, para criar os elementos sobrepostos em alçado.
5. Modelação dos vãos:
i. Objectos de biblioteca: gerindo bibliotecas de objectos.
ii. Modelação paramétrica: explorando os parâmetros existentes no objecto "W1 Abrir 10.gsm".
iii. Modelação com perfis complexos: criação de um marco personalizado para uma janela.
1. Interface do programa - a base da produção de desenho... paredes e lajes.
Técnicas de criação e edição de polígonos: terrenos, tramas, formas do cursor sobre referências geométricas.
2. Definições das ferramentas - geral: vegetais, canetas, tipos de linha. Ferramentas 3d: espessura, altura e localização altimétrica.
3. Organização do ficheiro para produzir um plano de massas:
Piso da planta importada.
piso do terreno.
piso da laje de soleira.
piso da cumeeira.
4. Incorporação de volumes como xref's.
5. Organização de vistas do modelo em Archicad e Plotmaker.